terça-feira, 6 de março de 2012


Tentei desfazer toda a gozação
Que foi feita em sua face
Com um pano de chão
Viajei enquanto estava presente em seus gritos
Marquei as suas nádegas como um fazendeiro faz em seu gado
E me senti alertado
Pelo seu demorado orgasmo...
Deitei contigo em uma cama recheada de pétalas
E disseste que és o momento
E penso
No meu acabado casamento.
Mas uma dose de whisky o resolveu
Ali eu era seu
E o seu era meu.
E enquanto estavas molhada
Percorri a sua entrada
E vigiei seus orgãos internos
Com meu externo ereto...
E gritaste sem piedade
Até em sua garganta surgirem trastes
Para mim toca-lá com meu velho slide.

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