Ana Lúcia era pastora
Não gostava de pecadores
A sua vida foi embora, enquanto regava algumas flores...
Ian era cantor
A sua vida sempre não lhe satisfez
Não se importando, se enforcou, antes de virar o mês...
Eva vendia doces
Vários sabores e muito saborosos
Acabou-se a venda após cair e quebrar 6 ossos...
Finalmente, meu nome é Fim
Inacreditavelmente, a letra inicial dos versos formam o nome dos personagens
Minto... meu nome é Rodolfo.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Dona Calma
O meu lar é meu quarto - todo bagunçado
Meu lar são meus poemas, são minhas leituras
São os meus discos, meu violão.
Meu lar é tudo e mais um pouco
Que mora dentro de mim mesmo.
E enquanto uso o meu lar também uso meus sorrisos
Uso minhas tristezas.
É o momento em que sou solitário
É o momento em que sou a única pessoa do mundo
Mas é só nesses momentos
Que conheço a Dona Calma
É nesses momentos
Que posso ver minha alma...
Meu lar são meus poemas, são minhas leituras
São os meus discos, meu violão.
Meu lar é tudo e mais um pouco
Que mora dentro de mim mesmo.
E enquanto uso o meu lar também uso meus sorrisos
Uso minhas tristezas.
É o momento em que sou solitário
É o momento em que sou a única pessoa do mundo
Mas é só nesses momentos
Que conheço a Dona Calma
É nesses momentos
Que posso ver minha alma...
A paixão mais amada
Ela sempre me prega uma peça
Sempre diz que está sem pressa
E eu sempre durmo com ela
Sempre.
Ela diz que me ama quando eu acordo
E que nunca irá me abandonar
E eu também à amo profundamente.
Minha amada gosta das mesmas músicas que eu
Se eu fosse capaz eu lhe faria um filho
Ou talvez dois
Se eu fosse capaz eu lhe amarrava em meus cotovelos
Cortaria seus pulsos e pularia de um prédio
Só para todos sentir o drama que é
Viver sempre ao seu lado
Só para todos sentir o quanto é boa a solidão...
Sempre diz que está sem pressa
E eu sempre durmo com ela
Sempre.
Ela diz que me ama quando eu acordo
E que nunca irá me abandonar
E eu também à amo profundamente.
Minha amada gosta das mesmas músicas que eu
Se eu fosse capaz eu lhe faria um filho
Ou talvez dois
Se eu fosse capaz eu lhe amarrava em meus cotovelos
Cortaria seus pulsos e pularia de um prédio
Só para todos sentir o drama que é
Viver sempre ao seu lado
Só para todos sentir o quanto é boa a solidão...
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Nelson e a reencarnação em vagabundos
Você conheceu o grande Nelson?
Ele foi um rapaz de bem com a vida
Para a felicidade ele havia apenas passagem de ida
Eu conheci o grande Nelson.
Ele beijava os cachorros de rua
Ele dizia que era apaixonado pela lua
Nelson, Nelson...
O rapaz que transava com mendigas
O rapaz que limpava as nádegas com orquídeas
Nelson também escrevia poesias pelo mundo
Nelson reencarnava em vagabundos
Aqui é agora é Nelson
E eu não gosto de duas coisas
Não gosto de rimas
E nem de beijar cachorros de rua.
Ele foi um rapaz de bem com a vida
Para a felicidade ele havia apenas passagem de ida
Eu conheci o grande Nelson.
Ele beijava os cachorros de rua
Ele dizia que era apaixonado pela lua
Nelson, Nelson...
O rapaz que transava com mendigas
O rapaz que limpava as nádegas com orquídeas
Nelson também escrevia poesias pelo mundo
Nelson reencarnava em vagabundos
Aqui é agora é Nelson
E eu não gosto de duas coisas
Não gosto de rimas
E nem de beijar cachorros de rua.
Quatro Quadros
Eu queria lhe fazer uma pergunta
E eu vou lhe fazer uma pergunta
Quanto lhe é importante seus dias de solidão?
Ou o quão é aconchegante o vazio de seu colchão?
Pois é foram duas perguntas
E lhe farei uma terceira
Sua vida é a mesma sem ninguém ao lado?
Sente falta de ser amado?
E dessa vez foram quatro
Mas é justamente o que tem em meu quarto
Quatro quadros que se passam em minha cabeça
A loucura e a solidão; a alegria e a tristeza.
Paixão desconhecida
Acordar cantando caetano após sonhar um sonho lindo
Dançando como o vento e voando com os passarinhos
No sonho eu estava apaixonado transbordando alegrias
Sentimento do qual à muito tempo não sinto a magia
E me foi difícil acordar mas ao mesmo tempo acordei feliz
Por poder sentir novamente o que as letras de cartola diz
Nada como a arte de ir dormir com o pé gelado
E acordar com o coração apaixonado...
Dançando como o vento e voando com os passarinhos
No sonho eu estava apaixonado transbordando alegrias
Sentimento do qual à muito tempo não sinto a magia
E me foi difícil acordar mas ao mesmo tempo acordei feliz
Por poder sentir novamente o que as letras de cartola diz
Nada como a arte de ir dormir com o pé gelado
E acordar com o coração apaixonado...
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Insatisfaction
Nada tão automático e chato como a insatisfação
Insatisfeito com o frio e com o calor
Insatisfeito com o doce e o amargo
Com o quente e o gelado
Com as pernas e os braços
Com o realismo e o imaginário
Se eu fosse Deus faria a vida do meio termo
E nossos orgasmos seriam mornos
Nossos abraços seriam no ponto
O exagero seria um crime
E a mixaria seria um preconceito
Teríamos asas feitas de papelão
Ah se eu fosse Deus...
Coitadinho do seu João
Sua voz seria fina
E seus cabelos de macarrão.
Insatisfeito com o frio e com o calor
Insatisfeito com o doce e o amargo
Com o quente e o gelado
Com as pernas e os braços
Com o realismo e o imaginário
Se eu fosse Deus faria a vida do meio termo
E nossos orgasmos seriam mornos
Nossos abraços seriam no ponto
O exagero seria um crime
E a mixaria seria um preconceito
Teríamos asas feitas de papelão
Ah se eu fosse Deus...
Coitadinho do seu João
Sua voz seria fina
E seus cabelos de macarrão.
Mais da série: Mortes no lar
Ana era escritora e bailarina
Sempre foi amante de cafeína
Morreu transando na mesa da cozinha
Jenifer era estudante
Tinha mania de limpeza e adorava refrigerante
Morreu após 50 espirros seguidos(ao lado de uma estante)
Sara era dona-de-casa
Tinha bichos de estimação e os amava
Morreu de paixão junto aos 8 vira-latas
Me chamo Rodolfo e sou seu marido
Na vida passada eu lhe fazia carinhos
Hoje vivo a vida procurando sentidos
Sempre foi amante de cafeína
Morreu transando na mesa da cozinha
Jenifer era estudante
Tinha mania de limpeza e adorava refrigerante
Morreu após 50 espirros seguidos(ao lado de uma estante)
Sara era dona-de-casa
Tinha bichos de estimação e os amava
Morreu de paixão junto aos 8 vira-latas
Me chamo Rodolfo e sou seu marido
Na vida passada eu lhe fazia carinhos
Hoje vivo a vida procurando sentidos
Tudo o que reluz é ouro
Há um lugar no fundo do mar
Restos de um navio que veio a afundar
Fazendo de suas partes um aconchegante e bonito lugar
Uma cidade no fundo do mar
Durante a tragédia seu carregamento foi espalhado por esta cidade
Todo o ouro que havia no navio se desmanchou na ilha da verdade
Agora os peixes desfrutam desta maravilhosa tragédia
Agora os peixes vivem no luxo total
E nunca mais se ouve falar de choro
Na cidade em que tudo que reluz é ouro.
Restos de um navio que veio a afundar
Fazendo de suas partes um aconchegante e bonito lugar
Uma cidade no fundo do mar
Durante a tragédia seu carregamento foi espalhado por esta cidade
Todo o ouro que havia no navio se desmanchou na ilha da verdade
Agora os peixes desfrutam desta maravilhosa tragédia
Agora os peixes vivem no luxo total
E nunca mais se ouve falar de choro
Na cidade em que tudo que reluz é ouro.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Como eu sei que acordei?
Acordar, abrir os olhos e sentar na beira da cama
Dar uma espreguiçada e respirar bem fundo aquele oxigênio chato
Já sei que acordei, junto aos restos de merda de uma quarta-feira sem sal
Levantar, por o chinelo e urinar em minhas ideias
Pois em uma quarta-feira elas estão úmidas na privada
Já sei que acordei, pois hoje os pássaros não cantam
Voltar pra cama, nem tirar o pijama amarrotado
Pensar no quanto eu odeio este chão gelado
E odiar mais um pouco esta quarta-feira com o corpo virado de lado.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Impedimento
Pensar na vida é morrer devagar, portanto evito pensar
Amar Maria me faz chorar, portanto, recuar
Cantar na praça, avermelhar; portanto, me calar
Dizer a verdade, choros causar; portanto, mentiras contar
Descer as escadas me fazem cansar, portanto em minha cama ficar
Viver intensamente pode nos machucar
Mas viver sem histórias é como se adoentar
Viver sem loucuras é morrer em seu lar
Portanto...
Escrevo poesias e lhe faço pensar
Sobre coisas da vida e mortes no lar.
Amar Maria me faz chorar, portanto, recuar
Cantar na praça, avermelhar; portanto, me calar
Dizer a verdade, choros causar; portanto, mentiras contar
Descer as escadas me fazem cansar, portanto em minha cama ficar
Viver intensamente pode nos machucar
Mas viver sem histórias é como se adoentar
Viver sem loucuras é morrer em seu lar
Portanto...
Escrevo poesias e lhe faço pensar
Sobre coisas da vida e mortes no lar.
Salva de palmas pra saudade
A saudade é curta e longa
É paciente e breve, pesada e leve
Leve!
Todos os desejos sobre amores e dores, leve!
A saudade é nossa amiga, e sentimentos ela abriga
Com ela aprendemos a dar valores, aprendemos a respeitar
Aprendemos a amar e aprendemos a odiar
Aprendemos a viver e aprendemos a morrer
A saudade é nossa fonte de sabedoria, nosso ensino maior.
Por isso uma salva de palmas para a saudade
Sem ela as coisas se tornam chatas
Sem ela as coisas se tornam fáceis
Um drink com pitadas de saudade para todos nós!
- Vou querer duas doses!!!
É paciente e breve, pesada e leve
Leve!
Todos os desejos sobre amores e dores, leve!
A saudade é nossa amiga, e sentimentos ela abriga
Com ela aprendemos a dar valores, aprendemos a respeitar
Aprendemos a amar e aprendemos a odiar
Aprendemos a viver e aprendemos a morrer
A saudade é nossa fonte de sabedoria, nosso ensino maior.
Por isso uma salva de palmas para a saudade
Sem ela as coisas se tornam chatas
Sem ela as coisas se tornam fáceis
Um drink com pitadas de saudade para todos nós!
- Vou querer duas doses!!!
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