sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Porque me aconteces esta maldosa ação contra mim mesmo?
Ataco meu próprio cerebro e depois, me esfarelo
Como um pão, ou restos de bolacha
Me sinto assim.. sem graça
Ando tão sozinho.. não como companhia... Mas como pensamentos.
Alguem? Ou alguma coisa pode me livrar disto?
Antes que desta via eu desisto...
Antes que perca a função de meus ouvidos
E sobrem só suspiros
Em um caixão colorido..

domingo, 25 de dezembro de 2011


Como é escuro aqui
Me perco lá e ali
Me vejo em reflexos
Épicos.


Estou com uma bela companhia
És branco com a pelagem encardida
Me traz alegria
Sua fome incessante


Me traz felicidade
Seu bigode pela metade
Seu olhar sem maldades
E sua imensa vontade


O que eu seria sem você neste lugar
Para quem iria desabafar
És inquieto quanto um dia longo
Ah, como eu adoro meu camundongo!
Porque andas tensa menina?
Se alivie um tanto de seus pensamentos
Atrase o relógio dos sofrimentos
Já esteve segura em meus braços
E hoje sua pequena mente está entre laços.
Porque andas tão quieta garotinha?
Gostaria do meu abraço?
Na verdade um amasso..
Também sinto falta de ti
Já não sei o que é sorrir
Apenas sei fazer um coração partir
Sofrer
Queria ter de novo o poder
Te ter
E sentir de novo livre no ar
Aquela bela sensação que é amar..

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011


Momento vivido
Em ruas, ruídos
Conversas entre mendigos
Que me encantam os ouvidos..

- Porquê moras na rua? Há muitos abrigos na cidade..
- Porque não.
- Mas porque não?
- Porque não, oras. Minha casa é aqui.
- Casa? Aqui? Onde?
- Aqui, ali, lá.. moro em todo lugar
- Mas o chão é duro.. Não preferes um colchão?
- Prefiro o chão duro, assim como nossos dias. E o melhor, não estou sozinho, tenho meus amigos aqui.
- Amigos? São todos encardidos, fedidos. Tem certeza que são amigos?
- Prefiro eles assim, sujos.. como os políticos. A diferença é que temos coração.
- Estranho. Todos só gastam dinheiro com bebidas e drogas. São todos uns loucos!
- Prefiro assim. Loucos. Como a vida.
Andas
Tente caminhar sempre em linha reta
Nunca cair em algum escuro buraco
Que lhe deixe solitário
Sempre foi sorridente?
Já ficaste um dia se quer sem mostrar os dentes?
Dias em que mal se quer levantar da cama
Até para tirar o cobertor se torna um drama
Coisas assim apenas completam nosso ciclo
Como viver sem isto??
Nem queiras saber
Sem isto seria chato viver..

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Sentimento lacrado

Tens um par de lindos olhos encatadores
O azul deles me aliviam todas as dores
És única.. És linda.
Poderia viver contigo por toda a vida
Serei sempre seu, e você a minha menina
Ao deitar sempre lembrava sua doce voz
Me atordoava pensamentos em momentos sobre nós
Não estava aguentando o sentimento lacrado
Parecia demorado, foi um pouco atrasado
Sabes agora o que sinto de verdade
Planejarás talvez alguma viagem
E espero não ficar sozinho, morrendo de saudade
Seu doce olhar me faz ir para o alto, nos ares.
Palavras ruídas, poesias escritas
Não deixarei um sentimento virar latas vazias
Choraremos de saudade, ou morreremos de alegria
Conquistado novamente o que eu tudo queria..

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

I am


Perguntas frequentemente qual és o meu defeito
Saberás no fim das escrituras que não sou tão perfeito
Eu sou um demonio. Nem do bem, nem do mal
Passo sentimento acariciando sua coluna vertebral
Eu sou um grande amigo do cabeludo
Sou o rapaz do coração duro.
Estarás feliz, mas sabes que fez um grande homem chorar
E o demônio atacas, e faz uma jovem menina se quebrantar
Estás surpresa, recebendo o doloroso caldo
Palavras sábias de Agnaldo.
Como sabes, um escritor precisa de idéias
Meu tempo pensando acumulou várias delas.
"Como podes ser tão cruel?"
Sou o problema escrito num papel.
Meu fingimento lhe traz um grande amor
Acho que eu daria para um belo ator.
Perguntas à todo tempo se estarei contigo
Antes da resposta lhe dou um suspiro, e digo
Nunca olhará de novo com tanto amor para meus olhos
Nossa mistura é como água e óleo
Mesmo juntos ficamos separados
Sentimento hipnotizado.
Não sou tão mal quanto estás pensando
É apenas um V com sabor de morango.
Me deixa aos prantos, ao ver o próximo chorando, vomitando..
Pensas que estou cagando e andando
Mas estive me preocupando.
Talvez haja dor em mim mesmo ao ter uma atitude desta
E talvez você leia e nem se interessa..
Posso descrever meus sentimentos
Mas nunca saberei o que tem mesmo aí dentro.
Sua paranóia e seu medo já sem foram embora
E agora?
Faça o que quiseres, o que desejar
Minha mente é mais do que você pode imaginar.
As vezes eu mesmo me confundo neste baralho da cabeça
Não tente entender. Envergonhada na mesa.
Sinta-se chutada, alertada... Maltratada
Não digo que foi ruim naquela data.
Meus planos deram certo desde o começo
Você caiu como um bebê em seu berço
Gemerás com um imenso tesão em meus ouvidos
E contarei o pior dos meus defeitos
Ser vingativo;
Por um belo amigo.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011


Nascido de um útero paterno
Crescido com gravata e terno
Vivendo diferente, sem caderno
Pensando num futuro moderno

Os passos são lentos
As vidas feitas de momentos
Enxugam-se dores em lenços
Pobre lourenço.

Sua vida não tem tanta graça
Escorre sangue negro quando passa
Abandonou dona Marta
E nunca mais saiu para a caça

És um homem tolo
Procurou o calabouço
Carrega o suicídio no bolso
Louco.

Carregas sua mente na palma da mão
E ainda tens medo da escuridão
Procure alguma direção
Pra que não seja em vão.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Paz

Recito algo antes de dormir, apenas na minha mente
Minha face se desintegra mas fica em forma sorridente
Me dê essa arma, vou tornar o inteiro virar duas metades
Me dê essa arma, vamos assassinar algumas vontades
É um conflito, um pouco rápido, porém é lindo
Me sinto voando, e ao mesmo tempo caindo
Expressões, razões, emoções...
Dois corações
Deixe que nos encontrem
Nossos corações pulsam juntos agora
Felicidade, que demora, mas chegou a hora
Me escorre seu cheiro entre minhas narinas
Tua presença isala pensamentos bons linda menina
Qual o sentimento presente em seu coração?
Por enquanto eu digo que é muito bom
O lindo vaso quebrou e se separou em duas partes
Dois cães se amam, mas nenhum late
Escarlate
Um café e um parmalat
Luzes na cidade
Me cansa um pouco este momento entediante
Tento escrever algo, minha mente flamejante
Estou tolo, estamos loucos. Dança, Canta!
Paz reinada entre principe negro e a princesa branca.

sábado, 17 de dezembro de 2011

 O sol bate frágilmente em minha face
De pouco à pouco damos alguns passes
Gostaria de viver minhas manhãs assim, com sua presença
Nem que fosse alguns minutos, até mesmo segundos
Se tudo fosse tão belo quanto passa em minha mente,
Viveria sempre sorridente.. Contente
Mas e quando estas ausente? Fere meu subconsciente.
Que vontade boa.. deixa minhas mãos com laços
Estudo seus passos... Seus abraços.
Escreveria um livro falando sobre sua magia
E tudo que há de bom eu contaria.. escreveria
Talvez mil páginas daria.
Enrola meu cerebro com linhas, vivo no açoite
Já sai um sorriso só ao lembrar sua palavra doce
Sempre que me pedires um abraço lhe darei
Pois à princesa branca nada negarei
O diabo poderá tentar nos derrubar
Mas o convidaremos para sentar e jantar
Aos poucos, me perco em viajens longes
Leria seus olhos assim como planejam os monjes
Conte-me
O que planejas quando olha ao vento?
Sempre lhe direi: Escolha o que vem de dentro.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Monstros HR


Me convenças, tola criança
Você não quer entrar na minha dança
Poderá voltar à sua casa
Enquanto bebo mais esta garrafa

Você queria um maldito beijo
Enquanto seu útero cheira o meu desejo
Entenderás que o amor é mais velho
Monte sua casa, estou montando um lindo castelo

Garotinha, você me pedia um maldito favor
Carinhos, pirulitos e iô-iô
Eu queria lhe esmurrar e gritar
Sexo, drogas e rock n'roll

Poderá ver seus lindos ursinhos do pop
Enquanto secaremos mares como os monstros do hard rock
Estás nova demais para entender o que é isto
Por enquanto só insisto
Espere um pouco
No momento estou louco..

Se não aqui, lá.

Procurarei sua sombra no escuro
Sambarei sobre águas, pularei o velho muro
E correrei sobre enferrujados pregos
Só pra sentir teu perfume, fazer nossos elos

E passarei minhas mãos sobre o vidro dos carros
Chegarei sangrando para seus macios braços
E me darás apenas um 'Olá'
Me deixarás
À sangrar...

Já que meu corpo foi rejeitado, jogado
Sairei flutuando sobre o grande mato
E minha alma estará lhe esperando
Em outra vida, aos prantos

Podes me dizer que estive louco
Que sou um tolo moço
Mas foi retirado de mim o objeto imundo
E nos amaremos nas núvens do outro mundo.
Que merda de falta
Sentimento me asfalta
Com pedaços de momentos
Me tortura à vinda do vento

Incontrolável culpa
De que adianta a maldita desculpa
Estarei sempre pensando
Fingindo estar cagando e andando...

Felicidade
Será que é mesmo tão difícil de obte-la?
Maldade
Estarei disposto a procura-la.. Tê-la

Um mole coração se camufla de rebeldia
Verás que não é tão fácil fingir, causa azia
Palavras podem ser ditas, talvez consertar momentos
Mas não seria a coisa certa por enquanto...


Melodia intocável
Estaremos no instável
Capcom x Marvel
Doença intratável

Me contas seu segredo
Seu desejo
Cantas sobre pares
Grandiosa raridade

Ouvirás nas caixas, um suspiro
Ao lado dos punks, no lixo
Cantarei alto no esgoto
Me vestirei de preto fosco

Já estou em chamas, fervendo
Virá e lhe transformarei, ardendo
Meus chifres tirarão a tua paz
Quem será a noiva de Satanás?

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Banalizando

Pequenas palavras
Virtualmente bocejas cataratas
Me hipnotiza por uma conexão grandiosa
Linda e vaidosa!
Lhe espero por um dia
Me conceder a alegria
Maravilha!
Gostaria de me expressar um pouco mais
Palavras as vezes são um tanto banais
Atitudes?
Virtudes... algo que me prende
Nos surpreende
Estamos por tras da placa sem saída
Na rua onde amar é a magia proibída
Altamente posso ver algo à mais
Não digas jamais
Amarás.

É isto


Ninguém sabe o que se passa
Queira me dizer o que sentiu
Pra onde partiu
Sumiu
Todo o encanto evaporou em um inútil pensamento
Monumento
Você se quebrou por inteiro, dos dois lados
Aos tratos, cuidados de uma noite de sono
Sou o mordomo, faço o que a mente mandar
Permita-me retirar
A dignidade de te olhar nos olhos foi ao poço das máguas
Sujas águas, que me lavam de ponta a ponta
Beberei mais um gole de minhas viagens
Só pra lembrar a maldita raspagem, retiragem
É tarde
Ou cedo
Veneno
Entrarei em colapso só para poder me desligar
Me localizar.. Me encontro em velhos suspiros
Santo e pecador cristo!
Minha vida tem um novo nome: Desisto
"É isto."

terça-feira, 13 de dezembro de 2011


Trincar os pensamentos
Expandir os defeitos
Perfeitos momentos
As vezes desatentos

Sem alguma direção
Preocupação?
Maldita expanção
Como um câncer no pulmão

Gritem em meus ouvidos
Entrarei em conflitos
Felicidade quando me veem caídos
Malditos!

Nadarei em águas vermelhas
E dancarei junto às topeiras
Meu erro foi fatal
Satanás, Animal!

Me desejarás o mal
Mas o bem é tão banal
Me dê de presente uma linda calda
E complete com chifres pontiagúdos
Futuros..

Sou apenas um estranho
Em meio à olhos castanhos
Que veem bondade em mim
Mas sou o malvado alecrim
O monstro vive
O dragão adormece
Sou apenas uma peste
Reencarnado em moleque.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Vida, Dúvida.

Ah, a vida.
Doce e ao mesmo tempo atrevida
Me leva à viagens e passagens
Pesco pensamentos sentado nas margens
Mas você passa tão rapidamente
Mal posso senti-la em mim, tão quente
A cada dia sinto um suspiro a menos
E a pergunta se cresce, à onde iremos?
Vênus?
Passará com certa idade?!
Esta maldita curiosidade
Ou viajarei mais longe?!
Sobre a sombra de uma dúvida
Surge uma curiosa incerteza
Autores com maldade
A vida é uma viagem.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Calmo Alvoroço

O que me trouxe segurança...
Sentado, percebo a mudança
Confiança. Senti-a, junto as suas caricias
Abandonado, porém confortado, com alguém ao lado
Seria errado?
Deixe que o tempo trabalhe
Não que me atrapalhe
Demonstrarei pelas palavras escritas
Desde o tempo de rebeldes israelitas
Só gostaria que fizesse a leitura de novo
Entre minha mão e a sua, um calmo alvoroço.

Na estrada... sonhando.


Desenhando a minha vida na quente estrada
Pedindo conselhos aos velhos vira-latas
A minha teoria se deslacera ao ver sua reação
Me corta a mente sua emocionante atenção, em relação
Gotículas de ares me buscam desde a galáxia
E os pensamentos se vão, juntos.
Auxilia às forças, preciso de todas
Agradeço às bondosas moças
Que com seus olhos cativantes
Me levam ao útero da mãe elefante
Que o calor apaixonadamente me encobre
Com palavras sinceras
De um amor pobre.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Alegrias. Você sente ela presente em seu dia-a-dia?
Ou apenas finge viver nas maravilhas?
Estar ilhado em um só pensamento parece bom
Mas lhe deixa deserto, lhe denominaram Saara
Sua notícia boa virou poças de lama
E seu pesadelo lhe acompanha cama-a-cama
Você é feliz?
Ou esconde a tristeza atrás de um falso sorriso?
Ou alivia más sensações com taças de champagne?
Você espera a loucura e a felicidade no ano novo
Mas no dia primeiro sua tristeza é interminável
A ressaca lhe ajuda a se matar
Toda a tortura por mais um ano à se passar
Não acredite em psicologos ou auxílios
Nem que a saída seja o suicídio.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Torturador


Atrás de um bloco negro
Com anotações nada agaradáveis
Pelo menos não aos outros
Não aos tolos
Aos loucos.
Permitiria a lei que vocês quizessem
Caso me dessem o que procuro
O que aturo
O verde-musgo
Que é protegido por uma camada amarelada
Aquilo que os caretas chamam de infelicidade
E o que eu chamo de diário traje
Onde visto todos os dias
O velho capuz
Satanás de olhos azuis
Me tortute atleta
Voarei sobre sua terra de aza delta.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Poesia sob beat

Voando baixo escuto passos de meninos malvados
Ao caminhar à noite procurando velhos atos
Composição, estrela guia todos os bons pensamentos
Calçada velha, eu tropeço mas levanto com talento
Aos prantos, me pego numa imensa loucura
Causado pelo tédio e uma imensa tontura
Que me atinge quando eu caminho sozinho
As vezes me pedem para eu dar um belo sorriso
É impossível, nesse mundo de guerra
Estraçalha pensamentos onde é areia jogam terra
E a miséria. causada pelo tolo governador
Inspirado em artistar conhecidos pela dor
E falam muito, pouco fazem, procuram alguma base
O mundo é uma unha e a loucura é o esmalte
Pasta liquída, os dentes brilham ao passar o sofrimento
A magia tomando conta de todos esses momentos
Alguma letra pode expressar ou lhe deixar confuso
A melodia se encaixa, e deixa solto uns parafusos
Voando alto já enxergo esse mal indo embora
Com a alma liberta sem tempo, sem hora
A caminho da felicidade e da loucura
Onde é facil fazer poesia sobre ações duras
Imperfeitas, o jeito que fizeram é errado
Agora se repete com a camisa do outro lado
Agradeço muito à pessoa que nos criou
Mas por favor, esqueceu uns fatos seu Doutor
Me colocou no mundo louco e eu fui sem saber
Esqueceu de ensinar como se faz pra viver