quarta-feira, 28 de setembro de 2011


Diagnósticamente sua face se desintegra entortadamente
Delírios mentais e físicos se tornam hobbys científicos
Dizendo asneiras por cantos empoeirados e dilatados
Dezenas liserticulares adoçadas lhe fazem derreter articuladamente

Sonhos e acasos impossiveis passando na crise mentálica
Segredos guardados em um alumínio amassado e adocicado
Saudavelmente você come sua alma desesperadamente
Situações dramáticas lhe causar dor e sensibilidade

Lacradamente espelindo palavras de sabedoria dócil
Literatura doentia marcando a face como carimbo
Luz rústica prende sua púpila em afiados ossos
Liserticamente sem suavidez desintegrando células cerebrais

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